Grátis
Provavelmente já reparam que toda a gente, incluindo as vossas e a minha pessoa, tem uma predisposição para aceitar e escolher tudo o que seja gratuito. Não reconhecem? Então reparem:
Um bom exemplo e um espaço onde isto acontece frequentemente são os supermercados. Quem é que nunca escolheu aquela escova de dentes só porque trazia de oferta um tubo em miniatura de pasta dos dentes (dentifrice em francês…)? Ou comprou aquela garrafa de Coca-Cola com 0,5l grátis, em detrimento de outra? Ou, já agora, provou a amostra de queijo sem qualquer intenção de o comprar?
Até quando navegamos na Internet isto acontece – aceitamos, instalamos e visitamos tudo o que seja grátis, nem que envolva conteúdos relacionados com anões, mulheres barbudas, cavalos e sexo!
Pensem também nas relações humanas – as que não se pagam são as que existem em maior número…
Isto é como um grande senhor diz:
- “Venha experimentar uma sessão de sado-masoquismo!”
- “Nem pensar! Isso é para doentes…”
- “Mas é grátis!”
- “Porque não disse mais cedo? Assim, claro que vou!”
Estranhos seres que nós somos…